Silvina Ramal
Empreendedora | Angel investor |
Professora de empreendedorismo | Palestrante
Empreendedora, professora de empreendedorismo na PUC-Rio e Fundação Getúlio Vargas em nível de graduação, pós-graduação, e do Telecurso Tec da Fundação Roberto Marinho nas áreas Técnico em Administração e Técnico em Gestão de Pequenas Empresas. Autora de dez livros na área.
O Rio em Pauta – Entrevista com Silvina Ramal – 11/10/2022
Rádio Rockette Pinto
LIVROS E ARTIGOS
Mulheres Líderes e Empreendedoras: Os compromissos que fazem a diferença na carreira de uma executiva
Como transformar seu talento em um negócio de sucesso: o passo a passo para empreendedores de alta performance.

Aceleração não é velocidade: os riscos do crescimento mal governado
Nos últimos anos, a palavra aceleração ganhou status de virtude organizacional. Crescer rápido, lançar rápido, escalar rápido tornaram-se objetivos em si mesmos. Em muitos contextos, especialmente no universo das startups, essa lógica faz sentido. O problema surge quando ela é transplantada para empresas estabelecidas, familiares ou de médio porte, sem a devida adaptação de governança.

Inovação em empresas familiares: como crescer sem romper a lógica de perenidade
A governança em empresas familiares tem como propósito assegurar a perenidade não apenas do negócio ao longo das gerações, mas sobretudo do legado da família, de sua cultura, de seus valores e daquilo que tornou a empresa singular e bem-sucedida.
Governança implica previsibilidade, compliance e controles. A pergunta que surge é inevitável: como manter uma organização inovadora em meio a tantos freios, contrapesos e mecanismos de controle?

Por que projetos de inovação morrem em P&D e o que isso revela sobre falhas de governança
Muitos lembram que, quando a Kodak perdeu uma parcela significativa do mercado de fotografia, a tecnologia digital já estava no radar interno e havia esforços relevantes em P&D. A Xerox também foi, por muito tempo, um celeiro de inovações, várias com potencial para transformar mercados.
Muitas ficaram pelo caminho não por falta de tecnologia, mas por falta de decisão e de um sistema que sustentasse a ida ao mercado.

Quando a pressa por resultados mata a startup: o risco invisível da lógica de Venture Capital
O modelo de Venture Capital foi decisivo para viabilizar inovação em escala nas últimas décadas. Ao aportar capital em estágios iniciais, assumir risco elevado e sustentar ciclos longos de desenvolvimento, fundos de VC permitiram que ideias incertas se transformassem em empresas relevantes. Esse papel segue sendo fundamental.

Empreender em nova era política e econômica
O povo brasileiro é tradicionalmente um povo empreendedor. Em 2020, o Brasil subiu da décima terceira para sétima posição do ranking mundial de empreendedorismo do Global Entrepreneurship Monitor. A pesquisa do GEM, realizada desde 1999, é considerada referência no mundo e avalia o espírito empreendedor de diferentes países. Dados do Sebrae mostram que três em cada dez brasileiros adultos possuem empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio. Essa taxa é maior que a de países como China, Estados Unidos e Índia. No entanto, nem tudo são flores. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, 600 mil empresas fecharam as portas durante os dois anos da pandemia.

O futuro presidente e as mulheres
É assim que tem que funcionar a democracia para que trabalhe a favor das eleitoras. Precisamos direcionar o debate
Como os candidatos a Presidente vão tratar as mulheres? O objetivo deste artigo é fazer um exercício para verificar como o tema mulheres é tratado pelos candidatos que disputam o segundo turno da Presidência do país. Ele pode ser replicado para qualquer outro tema de interesse.